A equipe executou. A comprovação chega semanas depois.
Vistoria, ativação, reparo e manutenção de infraestrutura, com equipes espalhadas por cidades diferentes e um prazo curto em cada uma. O Fastway FSM organiza a agenda dessas visitas e faz a evidência da execução voltar junto com a ordem de serviço fechada.
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Os quatro tipos de visita que sua equipe faz
Cada um tem um prazo diferente e uma evidência diferente. E todos saem da mesma agenda de equipes.
Vistoria técnica prévia
A visita que define se o serviço é viável e o que vai ser preciso. O formulário registra as condições do local e as fotos que a equipe de execução vai olhar antes de sair — e o que ela concluiu fica na ordem, não no caderno de quem foi.
Ativação e instalação
Lançamento de cabo, instalação do equipamento, configuração e teste. O número de série do que foi instalado é anotado no formulário, com as fotos da execução e a assinatura de quem recebeu no local fechando a ordem.
Reparo e rompimento
O chamado urgente que entra fora da agenda planejada. Ele vira ordem de serviço com o prazo daquele tipo de serviço, e o painel mostra o que está prestes a estourar para o despacho mandar quem está mais perto.
Manutenção de infraestrutura
Rede externa, sites e pontos de concentração: a rotina de verificação vira checklist com evidência fotográfica em cada item, e o histórico daquele ponto mostra o que a última equipe encontrou lá.
O serviço acaba quando a evidência chega
Numa empresa de telecom, o serviço executado só vira faturamento quando alguém junta a foto, o teste e o aceite do local. Enquanto essa papelada vive em grupo de WhatsApp e planilha, o administrativo passa o mês inteiro perguntando ao técnico o que ele fez em julho.
Aqui a evidência é o próprio fechamento da ordem: sem o formulário preenchido e as fotos obrigatórias anexadas, a visita não fecha. O que chega ao escritório já está completo, amarrado ao cliente, ao endereço e ao técnico que executou.
E quando a equipe trava em campo
O técnico abre uma chamada de voz com a central pelo próprio aplicativo e manda pelo chat a foto do rack, da emenda ou da configuração. O especialista orienta em tempo real, vendo a imagem e a ordem de serviço na mesma tela — em vez de agendar um retorno.
Também na mesma plataforma
Agendamento e despacho
A agenda das equipes em uma tela, com o prazo de cada tipo de serviço à vista.
Central de atendimento
URA, filas e gravação para receber o chamado e abrir a ordem sem trocar de tela.
Monitoramento em campo
Onde cada equipe está, o que já fechou e o que está para estourar o prazo.
O que volta de cada visita
A ordem de serviço fecha com a prova do que foi executado, no formato que o cliente exige.
Formulário da execução
Testes aferidos, materiais aplicados e número de série digitado no campo do formulário. Campo obrigatório não deixa a ordem fechar incompleta.
Foto e assinatura no local
O antes e o depois da instalação em foto, e o aceite de quem recebeu colhido na tela do celular, anexados à própria ordem de serviço.
Check-in e check-out
Hora e localização de entrada e de saída em cada ponto atendido, gravadas na ordem de serviço.
Perguntas frequentes
Serve para quem presta serviço para operadora e para cliente corporativo?
Sim, é o caso mais comum. A ordem de serviço registra quem é o cliente, o endereço da execução e o tipo de serviço, então a mesma equipe pode atender demanda de operadora, de integrador e de cliente final sem virar duas operações. O que muda de um para o outro é o formulário exigido no fechamento.
O prazo é configurado por cliente?
O prazo é configurado por tipo de serviço, não por cliente. Vistoria tem um prazo, ativação tem outro, reparo emergencial tem o mais curto — e vale igual em toda a operação. Empresas de telecom em geral trabalham com poucas faixas de urgência bem definidas, e é isso que o tipo de serviço representa.
Como fica a comprovação do serviço executado?
Cada ordem fecha com o formulário daquele tipo de serviço, as fotos exigidas, o check-in e o check-out com hora e localização, e a assinatura de quem recebeu no local. É o pacote que a área administrativa precisa para faturar a execução sem correr atrás de foto no WhatsApp do técnico.
O aplicativo funciona em local sem sinal?
Sim. O técnico abre a ordem, preenche o formulário e anexa as fotos com o celular offline; quando o aparelho volta a ter sinal, tudo sobe. Em subsolo, sala de infraestrutura, área rural e topo de torre isso é rotina, não exceção.
Dá para registrar o número de série do equipamento instalado?
Sim. O número de série é anotado no formulário da visita, como qualquer outro campo, junto com as fotos da instalação. Fica amarrado àquela ordem de serviço e ao endereço, então uma substituição meses depois começa sabendo o que foi instalado.
Vistoria, ativação e reparo com a evidência junto
Fale com um especialista e veja o Fastway FSM aplicado à operação de uma empresa de telecom.
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